sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

para férias!


Abre hoje, 03/12, a videoinstalação "Rastros - a paisagem invade",que faz parte do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte.
"Os 09 vídeos que compõe a instalação revelam um olhar pessoal de alguém que percorre, observa e deixa rastros pela cidade. As imagens, fragmentos de um cotidiano urbano, revelam uma cidade particular. Uma cidade que se mostra ora vazia, ora lúdica, ora delimitada por construções de diferentes épocas ou desenhada pelas sombras das árvores. Agora, dentro do CentoeQuatro, o espaço urbano reconstruído por sons e imagens em movimento será habitado pelos visitantes da instalação, que farão suas próprias escolhas – para onde olhar e por onde caminhar".

Rastros - a paisagem invade
Local: Espaço CentoeQuatro – pç Ruy Barbosa, 104, Centro
Horário: ter. a dom., das 13h às 20h
Entrada: gratuita
Informações: 3222-6457

terça-feira, 30 de novembro de 2010

arquitetura brasileira hoje

Fuçando, novamente, a internet em busca de algo para o disse que me disse, enontrei no site da revista Piauí, um blog muito interessante, chamado Questões Arquitetônicas, escrito por André Lago e Fernando Serapião, lá eles conversam e discutem sobre várias questões arquitetônicas.
E achei uma em particular que chamou a atenção, era a respeito da arquitetura brasileira hoje a valorização e o papel dela no cotidiano.
Era uma discussão pertinente e que nos faz refletir do que é a arquitetura hoje, no Brasil, sobre esta estática que ela vem sofrendo esta, estagnação, desde Oscar Niemeyer.
Acho válido dar uma lida nesta dicussão e também no texto "Ainda moderno? Arquitetura brasileira contemporânea" que aborda esse mesmo assunto numa forma mais abrangente e explicativa.

Fonte:
André Lago, Fernando Serapião. Questões Arquitetônicas Blog [Internet].22/6/2010 - 19:19 [acesso em 30/11/2010]. Disponível em: http://revistapiaui.estadao.com.br/blog/questoes_arquitetonicas/post_168/Melhorias.aspx

Vitruvius, Arquitextos. postado em: 06/11/2005 [acesso em 30/11/2010]. Disponível em:
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/06.066/404

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Arquiteto de casas e currais

Devido a um ocorrido entre a turma, surgiu a dúvida: canil é arquitetura? Elaboraram-se várias argumentações e conceitos que renderam bons, e hilariantes, 26 e-mails...
Depois de um tempo minha prima que está se graduando em Zootecnia me falou que foi a uma palestra sobre melhor condicionamento de animais para a pecuária, em especial na avicultura, onde a palestrante era uma arquiteta. Aquilo me remeteu imediatamente a pergunta feita nos e-mails e a uma resposta que havia me intrigado que era a seguinte: “Arquitetura é espaço modificado para o homem”.
Fui então em busca de uma resposta, e encontrei alguns trabalhos e estudos relacionados, com os quais pude perceber que a Arquitetura utilizada para a pecuária está além de simplesmente construir baias, currais e pocilgas e etc., tem-se as mesmas preocupações com estas construções, que são, o conforto térmico, o bem estar, a economia energética, que são tão usados por nós e que servem também para os animais.
Sei que não respondi a pergunta, mas acho q consegui bagunçar um pouco mais esta definição de arquitetura que ainda não se encontrou, ou por não existir ou por serem tantas que não se pode escolher apenas uma, e também mostrar que nosso campo de atuação pode ser muito amplo.


Referências:
http://www.ufv.br/dea/ambiagro/arquivos/Tese%20de%20Maria%20Clara2009.pdf

http://revistas.unipar.br/akropolis/article/viewFile/368/334

http://www.grandin.com/design/design.html

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Drops!!

Funçando um pouco a internet achei sites bem bacanas que podem servir de inspiração para alguns trabalhos (se ainda houver tempo), mas que são bem interessantes mesmo que seja só pra dar uma olhada.
O primeiro é o "desingboom" ele tem um conteudo bem vasto, passando pelas áreas do desing, da arquitetura e da arte, tem também algumas entrevistas e notícias sobre competições e etc...
O segundo site é de um escritório em São paulo, o Metro, que desenvolve projetos em diferentes escalas, de instalações temporárias à intervenções urbanas.
Bom, segue abaixo os respectivos links...
Vale a pena dá uma conferida!!

http://www.designboom.com/

http://www.metroo.com.br/

"Desvio para o Vermelho"


Pode-se até dizer, que estou meio alucinado com as Folies de Bernard Tschumi e que tudo quanto é estrutura, principalmente se for de cor vermelha, me remete a elas. Foi assim com o trabalho sobre ordem e uso do pavilhão, Red Sun, da Serpentine Gallery , onde comentei que ele me lembrava as formas, não identificáveis, porém com uma base estrutural simples, das Folies.
Desta vez não foi diferente, enquanto fazia uma pesquisa num site me deparei com algo vermelho que se destacava em meio ao cinza. Era a fábrica da Nestlé, em São Paulo, que me remeteu instantaneamente as Foulies. Fui ler mais a respeito e o que me impressionou desta vez não foi o vermelho, que, para mim ainda tem forte ligação, nem a forma, que também me parece se relacionar com as formas de Tschumi, só que de uma apresentação mais simplificada. O que realmente me chamou a atenção é que ambos, tanto a fábrica da Nestlé quanto o Parc de la Villette, precisavam atrair a atenção do público externo para que esses passassem a frequentar seus espaços.
O Parc de la Villette com o intuito de revitalizar a área de um antigo matadouro e criar uma interação com a Cité de la Musique e com Cité des Sciences et de l'Industrie, chamando a atenção para estes atrativos. E a Nestlé com a intenção de projetar estruturas de visitação pública da fábrica de chocolates e de marcar a paisagem genérica da rodovia de ligação entre S. Paulo e Rio, revelando a presença do espaço de visitação.

Abrigos em PVC





A algum tempo, peguei o jornal “Boletim”, e a matéria de capa me chamou a atenção, era sobre abrigos temporários feitos em pvc. Esse projeto foi criado visando atender famílias vítimas de desastres naturais, ou que de alguma forma perderam seu lar. Como o próprio nome diz, os abrigos são temporários e podem ser reaproveitados, inclusive com outras funções como, por exemplo, postos de vacinação.
Os abrigos são formados por peças de pvc que se encaixam e podem ser montados de qualquer tamanho, O kit é composto por mesa, prateleiras e bancos, também em pvc e por colchões infláveis, o que abrigaria, com conforto uma família de cinco pessoas.
O uso do pvc se deve, por ser um material, leve, asséptico, resistente, durável, isolante térmico e elétrico além de poder ser flexível, ou rígido, pode ser também colorido fosco ou transparente. O abrigo pode se adaptar em qualquer tipo de terreno e é de fácil transporte já que sua maior peça pesa apenas 30 kg.
Projeto: Habitação Temporária Desmontável, como projeto de conclusão de curso em Arquitetura pela UFMG, apresentado em junho de 2009
Autora: Isabel Brant
Orientadora: professora Maria Lucia Malard

Fontes:
• http://www.ufmg.br/boletim/bol1711/5.shtml

• http://noticias.lugarcerto.com.br/imoveis/template_interna_noticias,id_noticias=41576&id_sessoes=18/template_interna_noticias.shtml

• http://www.fotolog.com.br/mutabile/86707811

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

REFERÊNCIAS PAVILIONÍSTICAS 2

Encartonando espacios - el fin del mundo mirando al techo - Bogotá - Colombia(2008). Instalación, Adrián Villa y Carolina Pinzón, "Producciones Invisibles"

Este pavilhão não consegui muita informação, mas parece que os criadores sugerem um fim do mundo em papelão, onde caixas cairão do céu e todos se sufocaram em meio a elas.
É também uma crítica ao consumo excessivo e desenfreado do material que permite ser reciclado mas que muita das vezes não o é.
O interessante é o contraste da parte externa, toda branca, remetendo ao positivismo, mas que é quebrada com o interior todo irregular desorganizado e pouco iluminado.

REFERÊNCIAS PAVILIONÍSTICAS




"Tropicália" - Hélio Oiticica,1967.
Escolhi este pavilhão, primeiro porque a maioria das pessoas escolheria um pavilhão mas recente, e segundo porque acho que ele sintetiza bem o conceito de anti-positivismo.
"Tropicália" é uma das obras do Oiticica de uma série intitulada "Penetráveis", que começa a ser pensada a partir dos "Parangolés" em meados da década de 60. Os tarbalhos de Oiticica são reflexos do Morro da Mangueira, onde frequentou e decifrou os movimento das favelas, que foram transportados para suas obras, principalmente os "Penetráveis".
Para Oiticica as favelas são espaços labirínticos onde se necessita de uma dança, não como o balé, mas uma dança improvisada sem um ritmo regular, para percorrer este espaço fragmático, e é isso que Oiticica agrega em suas obras.
A obra "Tropicália", a meu ver é uma sinteze de todas estas observações feitas por Oiticica, no tempo em que frenquentou o Morro da Mangueira.
Uma das explicações que Oiticica faz sobre "Tropicália" é a de que ele queria se apropiar de lugares reais onde ele se sentia vivo.
O que torna "Tropicália" uma sintese do anti-positivismo, são as possibilidades, as múltiplas experiências relativas à imagem, ao tato, o uso de tecidos de diversas estampas e texturas, o caminhar descalço por sobre a areia, a brita e a água, experimentando sensações semelhantes às vivenciadas nas favelas.
referência: JACQUES, Paola Berenstein. Estética da ginga: a arquitetura das favelas através da obra de Hélio Oiticica. 3.ed. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003.
referências:

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Eu achava que a ARTE e era algo fácil de descrever e também que fosse apenas para ser observada e contemplada.
E realmente percebi que a ARTE é de fácil descrição e em alguns casos até de fácil entendimento, mas o que me impressionou, em minha visita à INHOTIM, é o fato da ARTE, além de ser contemplada e percebida, poder ser sentida e experimentada.
Ela te possibilita experiências, te revela sentimentos e te permite possibilidades. A ARTE te usa contra você mesmo, ou pode-se dizer a seu favor, sua curiosidade e sentidos, fazendo com que você se perca nela e se esqueça do tempo.
Na Galeria da Mata a obra de Dominique González-Foerster, “Promenade”, 2007, te permite, apesar de você estar abrigado, sentir-se lavado pela chuva e te dá a sensação de vulnerabilidade. Esta obra me fez pensar se não poderia isso ser uma forma de fazer chover e de controlar a chuva¹, como foi discutido em sala e que pode ser completado com o que o Roberto disse de você pegar uma proposta e saber interpretá-la, mantendo o conceito, mas fazendo com que ele aconteça de uma forma possível. E foi o que [...] fez, ela queria fazer chover e conseguiu fazer isso de uma forma muito interessante, trazendo para o espectador/participante os mesmos sentimentos que se tem ao estar realmente debaixo da chuva.
Outras obras também despertam seus sentimentos, em “DESVIO PARA O VERMELHO”, Cildo Meireles te leva ao que parece, a cena de um crime, onde o sangue tomou conta de todo o ambiente. Depois te mostra ao medo e te faz preguntar onde estará o corpo, dono de todo esse vermelho? E o assassino? Será eu o próximo? Ou será eu o assassino?
Na obra de Janine Antoni, “Swoon”, é possível sentir a agonia ao ouvir o som de uma pessoa, brigando pelo pouco tempo de ar que lhe resta, e ao mesmo tempo em que você quer corre para tentar ajudá-la, você sente um medo de ser surpreendido com uma sacola plástica na cabeça. E quando você adentra mais a obra você se vê num palco, prestes a entrar em cena e depois o “backstage” da obra ou seria do espetáculo que está preste a começar?
São tantas obras que ficaria difícil falar de todas, mas foi uma experiência muito forte que me fez mudar a forma de ver a arte, não só ver, mas também sentir e experimentar.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

P.S.: o video está sem musica pq não sei colar e não tive como fussar, mas eu tinha pensado em colar a musica "Le festin" interpretada por Camille que vcs podem ouvir no link abaixo:
http://www.vagalume.com.br/camille/le-festin-traducao.html.

Uffa!!!

Foi custoso, mas consegui.
Depois de um feriado inteiro perdido, esta noite inteira, a "Villa Arpel" foi finalmente terminada às exatamente 04:40 da madrugade do dia 08/09/2010, que fique registrado!!
Que venha outros trabalhos!!! Mas não agora pq eu vou é dormir!! ããHHH!!!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

"...uma capítulo que poderia ter sido."

Noivas, loucos, tratores, moradores de rua, donzelas, palhaços, empresários, estudantes, cavaleiros, punks, crianças, dragões... Seria possível imaginar uma cena com todos estes elementos envolvidos??
Pois bem, foi o que presenciei no centro de BH, mais precisamente no entorno da Praça Sete. Estava comprando meu material para a aula e eis que surgem noivas transitando entre os pedestres e carros, elas seguem pela Av. Afonso Pena e apontam para o alto de um prédio, de onde mais uma noiva desce por uma corda...
Assim tem inicio essa incrível encenação da peça: “Das saborosas aventuras de Dom Quixote de La Mancha e seu Escudeiro Sancho Pança – um capítulo que poderia ter sido”, adaptada da obra prima de Miguel de Cervantes “Don Quixote de La Mancha”.
O Grupo Teatro que Roda veio com o propósito de invadir o cotidiano urbano, transformando-o em palco e a seus cidadãos em personagens desta emocionante história, oferecendo-lhes a oportunidade de rompimento da correria do dia a dia. E o grupo realiza isto perfeitamente interagindo com o público/personagem e dando a eles um momento recreativo e surreal.



http://www.fitbh.com.br/2010/espetaculo-detalhe.php?id=24